Num primeiro pensamento poderemos questionar se foram batalhas campais ou jogos de futebol.
No jogo grande da jornada, Sporting-FC Porto: 12 amarelos e 1 vermelho, 2 minutos Bruno costa, 3 minutos Ruben Vinagre, 4 minutos Marcano, 14 minutos Paulinho, 16 minutos Porro... O que leva um árbitro a puxar do cartão desenfreadamente no inicio do jogo quando as faltas são normais?
Poderemos pensar que o faz para controlar o jogo. Mas, com um critério tão curto, o que irá acontecer é, de certeza, acabar por haver expulsões, porque o erro será depois mudar o critério e o jogo acabará por ficar estragado.
A pressão sobre a arbitragem em Portugal é enorme como todos sabemos e dentro do campo de jogo tem o trabalho mais difícil perante duas equipas que o irão sempre pressionar, seja qual for a sua decisão.
Mas em beneficio do jogo e do produto do futebol Português, este deveria ser o tema em que a federação, ou a liga, deveriam reunir à mesa árbitros, treinadores e capitães de equipa para debaterem isto que prejudica o futebol português. Porque a culpa não é exclusivamente dos árbitros. Basta recordar as vezes que um banco inteiro se levanta para protestar, a forma como os jogadores tentam ludibriar os árbitros.
Sou um admirador da arbitragem do campeonato inglês, onde o jogo é corrido, existe mais fair play e o valor das multas por maus comportamentos ou por palavras ou opiniões sobre a arbitragem, fazem realmente mossa no bolso de quem as sofre.Já em Portugal são multas irrisórias que levam a que não exista mudanças.
De salientar que o jogo Paços de Ferreira – Braga, também ele um jogo viril, arbitrado por um francês teve apenas dois cartões amarelos.
A autoridade nunca se ganha com imposição.
Por João Prates

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